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Patinação artística no gelo: de meio de locomoção e recreação a esporte olímpico

02.12.16 • Snowland
Um simples meio de locomoção no rigoroso inverno europeu transformou-se em uma atividade de lazer para as pessoas e, séculos mais tarde, em um dos esportes mais belos e prestigiados do planeta.
 
A patinação artística no gelo atrai multidões graças aos seus elementos estéticos combinados com a exibição atlética de seus praticantes. Contudo, a modalidade é muito mais do que uma prática esportiva: ela faz parte do estilo de vida de muitos cidadãos! Confira algumas passagens históricas da patinação no gelo:

Origem incerta, pai conhecido – pouco se sabe sobre o início da patinação. Acredita-se que por volta de 1000 a.C. as pessoas criaram patins primitivos com ossos de animais para atravessarem lagos congelados no norte da Europa. Muito tempo depois, já como atividade de recreação, os praticantes começaram a fazer desenhos e figuras no gelo com as marcas dos patins – ideia que inspirou o surgimento da patinação artística. Por fim, foi no século 19 que a modalidade se espalhou em outros países, sendo o norte-americano Jackson Haines o responsável por introduzir elementos do balé em suas apresentações no gelo. Nascia aí a patinação artística moderna.

Tradição esportiva – as regras foram estabelecidas em 1892 com o surgimento da ISU (União Internacional de Patinação). A instituição é a mais velha federação esportiva ainda na ativa e organiza os dois Mundiais mais antigos do planeta: o de patinação de velocidade, desde 1893, e de artística, desde 1896. Além disso, o esporte está presente desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, em 1924, e fez parte das Olimpíadas de Verão de 1908 e 1920.

Brincadeira que virou coisa séria – no início, a patinação não consistia apenas dos saltos e dos componentes artísticos. Os atletas precisavam realizar elementos obrigatórios, chamados de “figuras compulsórias”, desenhando, literalmente, figuras e linhas no gelo com seus patins – não à toa que o nome da modalidade em inglês é figure skating. Contudo, com o passar dos anos, essa prática foi perdendo a importância e foi descartada das apresentações na década de 1990.

Mudanças recentes nas notas – por mais de 100 anos, as apresentações eram analisadas por um único sistema de pontuação: o 6.0, instituído em 1901 e que analisava o “mérito técnico” no programa longo, os “elementos obrigatórios” no programa curto e a “apresentação” em ambos as categorias. Contudo, diversas reclamações de atletas e o escândalo da arbitragem na disputa dos pares nos Jogos Olímpicos de 2002  fez com que a ISU implementasse o IJS (ISU Judging System) a partir de 2005).

* Gustavo Longo é Gestor de Comunicação da CBDG – Confederação Brasileira de Desporto no Gelo. Quer saber mais sobre patinação artística no gelo? Acesse nosso site e a página no Facebook.
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